A Pagina apresentara fatos da historia do Município de Valença, mostrando aspectos, culturais, educacionais e políticos !!
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Praça da Republica
antiga praça da lagoa . Construida por voltado final do século XIX pela empresa Regis e Ferreira mesma que construirá os sobrados da praça. Esta foo foi tirada em 2012 do ato de um dos prédios da praça.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
VALENÇA: 164 anos de história
VALENÇA: 164 anos de história
Dos colonizadores fostes chamada, povoado do una
Com seu Rio
de águas escuras, que estas partes vem
banhar
Tens o bucolismo peculiar de vilas coloniais.
Cresceu as margens de belos manguezais
Tem conto, tem lenda e mitos
És do amparo a proteção, que abraça do alto do
monte, se ver na longínqua imensidão
Seu rio desenha suas curvas
reentrâncias de história e de paixão
Valença és terra de gloria ,
poesia,
encanto e coração
Patrimônios
culturais
Casarios
seculares
Praias
e cachoeiras
Rios
e mares
Valença
é terra antiga da época de índios bravios
Tens
encantos, tens belezas
Que
parte de um povo gentil
Valença
é terra sagrada
Guarda
marcas de sua glória
De
momentos de uma terra de paz
Por volta
de 1560 fostes colonizada por Pontes
Cresces
trigueira, encantos aos montes
E
hoje seu povo a te bendizer
Festejas
164 anos de primaveras
Terras
do meu bem querer!
NOSSA VALENÇA: A VALENTE VALENÇA DE TODOS NÓS!!!!!!
Janete
Vomeri [1]
A
Valente cidade de Valença, como seu nome preconiza é a Valença de muitos
que aqui chegam. Não desmerecendo os que acreditam no lendário, através do
nome, porque como a sua história e fontes documentais, fundamentam que o nome
Valença advêm do 4º Marquês de Valença, D. Miguel Afonso, governador da
Bahia, que manda abrir as estradas de Areia (atual cidade de Ubaíra) até o
litoral, interligando o sertão a linha litorânea na vila de Valença. Por conta
deste fato, o então Marquês é homenageado por Baltazar da Silva Lisboa,
Ouvidor, a nossa Valente Valença recebe este nome, porém hoje com seus entraves
sociais, disfunções orgânicas, política e ainda muito mais, é um oásis dos que
buscam um lugar revigorante.
A
nossa Valença, o lugar que mesmo dando volta ao mundo queres voltar e rever o
povo deste lugar. É um lugarejo, é uma vileta, é uma cidade, é o nosso lugar.
Viver Valença é pulsar nas veias o sangue dos antepassados, índios, negros e
brancos que aqui deixaram suas marcas e suas histórias, seus refúgios, suas
culturas e suas memórias.
Lembro da minha infância quando meu pai,
o saudoso Luizinho do Lava Pés dizia: “Vem
muita gente para Valença. Aqui é só ir ao mangue que ninguém morre de fome”.
É verdade! Apesar de grande parte dos manguezais serem desmatados para a construção,
na época da Andada[2]
ainda nos bairros do Jacaré e Novo horizonte, a população pegava os caranguejos
e guaiamus [3]
para comerem um delicioso escaldado[4],
da famosa lambreta que era apreciada nas tardinhas de sexta nos bares da orla,
e dos recantos da Valença.
São
muitas coisas a contar da vida da nossa Valença e da Valente Valença. São
muitos encantos e desencantos, são tantas mazelas, mas são tantas alegrias. E o
objetivo é este, falar destas alegrias de viver Valença e observá-la
através da lente de um olhar absolutamente deslumbrante do mirante do Amparo,
que descortina ao longe um dos mais belos cenários da natureza, o estuário do
rio Una, a Ponta do Curral, confirmando a história que Valença nasceu lá, as Três
Barras vista do cume da rua do hospital, o lânguido e calmo rio Una que corre
em sentido ao mar, as pontes da CVI, Luis Eduardo e General Inocêncio Galvão,
que ligam os bairros do Pitanga, do Centro, ao lado do São Félix. A Vila Operária
construída com as décimas dos operários, descaracterizada, mas a sua história
continua por lá, o canal de Taperoá e de Tinharé, a vista da Vila de Galeão,
Gamboa e Morro de São Paulo, não são de Valença , mas dela se serve para receber
visitantes
A
dança da noite com suas luzes da orla a confirmam: Valença não dorme,
apenas fecha os olhos para descansar. Viver Valença é senti-la pulsar, pulsando
tão forte como o velho tear, que hoje moderno parece voar, voar, voando e
tecendo a tessitura da vida de velhos e de novos operários que já
labutaram por lá.
E
a sua Industrialização começou com o “bum”
de um surto nos idos de 1847, com a instalação da Todos os Santos, primeira fábrica
de tecidos finos de algodão e movida à energia hidráulica do Brasil, hoje
confirma a história, as ruínas lá perto do rio Pontaleão, suas arcadas seculares
não nos deixa mentir, continuam sempre fortes, só o tempo as fará ruir. Esta é sua Valença da
industrialização, que a historia conta com tanta emoção e nas suas ruínas a
beira do rio retratam uma era de grande produção, que representa um momento,
instante de criação.
Era
assim a sua Valença, uma tábua de salvação, um lugar de labuta e muitas
criações. Nossos poetas como José Malta, Nilton Libertador que já se foram e
dos atuais que aqui estão: Mostram nas suas palavras o quanto amam de coração.
Os
nossos poetas que não cansam de poetar: de Mustafá Rosemberg, Amália Grimaldi,
e Macária Andrade. Outros tantos que aqui tem, porém que de encantos e poesias,
como Valença não tem.
E
para falar de Valença, proseando[5]
com o povo, não se esquecer das senhoras e senhores, que fizeram a educação,
nossas queridas professoras e professore lembranças de uma época de emoção:
Maria José Pinto, Maria José Pacheco; Professoras Jana, Rosa, Pretinha, Edna
Xavier, Margarida, Celeste Moura, Raimundinha, Perpetinha e professor Taquary,
para não desmerecer nenhum deles, que fizeram a educação, cito a precursora
Adelaide Josefina, que pelo Imperador D. Pedro II foi visitada e este registrou
a classe que ministrava.
A
sua Valença, a minha Valença, a nossa Valença tem tanto a contar, conta a sua
história nas ruas e vielas deste lugar, porém canta o desalento da violência que
assola este oásis e dizes: “Como era bela
a Valença dos que já foram como seria bom ter um consolo, uma perspectiva, algo
a esperar”.
Grita
Valença, o grito dos desesperados, é um grito roço, quase não se ouve, parece
cansado. Clama o povo desgraçado, Valença minha Valença, onde estás que não
responde, renasce das cinzas como a Fênix e se refaz como dantes.
Valença
querida, do meu coração, eu conto sua história com imensa emoção. Relembro da
minha infância nas ruas com pedras, altas e baixas, correndo feliz e descalça,
pulando da ponte da CVI, caindo no mangue que estava aqui e ali, da passarela
que passávamos quando saímos da escola, ligava a graça à antiga orla. Hoje é
apenas uma foto a lembrar nos acervos dos que amam este lugar.
A
minha Valença ainda está aqui, nos nossos corações e prédios a ruir, porém
conclamamos a todos que amam este lugar, vamos reviver a Valença, àquela que
vivemos e agora vive nos sonhos dos que amam este lugar. Expectativa de um novo
governo esperança em uma nova mão, mão feminina como grande parte desta
população. A
1ª MULHER NO PODER EXECUTIVO: Um olhar feminino no Executivo de
Valença-Bahia, uma perspectiva de “cor rosa”, como o florescer das flores do
mesmo nome, um renascimento, frente a nossa Valença que conto nestas laudas
simples de uma apaixonada por este lugar.
Com
o seu surgimento lânguido e calmo por volta de 1.560, com nome de povoado
do Una, foi crescendo. Muitas idas e voltas sucederam invasões, destruições,
guerras e tentativas, por longos períodos eram por piratas e corsários sua
guarida.
Valença é um
nome feminino, foram séculos do homem no poder. Surge pela primeira vez uma
mulher para liderar os destinos desta terra. Da zona rural ela emerge, com sua
simplicidade galga o caminho da universidade e volta a seu lugar.
Aqui realiza um trabalho, promove o social, deixas marcas no caminho e com seu
jeito simples, torna-se a primeira mulher a governar os destinos deste
lugar. E amanhã, como diz a música, será um novo dia da mais louca alegria
que se pode imaginar. Alegria de sonhar um sonho possível, deixando a emoção
rolar. Já vivemos a razão dos homens, pitadas de emoção pode ser a forma de
conseguirmos mudar a Valença que sonhamos e desejamos para nossa prole. Um
farol rosa no caminho de Valença é a expectativa dos que acreditam em um 2013
cheio esperança, tão feminino quanto Valença e sua prefeita eleita.
[1] Janete Pereira de
Sousa Vomeri, Brasileira, Valenciana, Casada, Mãe. Pedagoga Escola/Empresa,
Especialista em Metodologia e Didática do Ensino Superior, Licenciada em
História, Psicopedagoga Institucional e Clinica. Coordenadora do memorial da
Câmara Municipal de Valença-Bahia, Professora de Cairu-Ba.
[2] Andada – período onde os caranguejos
saem para acasalar e reproduzir.
[3]
Guaiamus – espécime de crustáceo conhecido vulgarmente de caranguejo azul.
[4]
Escaldado – pirão feito com farinha de mandioca e o caldo fervente , onde fora
cozido o caranguejo, após é incorporado , um pouco de Azeite de dendê e leite
de coco.
[5]
Proseado - Que foi falado,
conversado: assunto proseado a noite toda. Literatura. Semelhante à prosa ou com suas características (canto proseado, poema proseado)
Valença: a sua cultura pede passagem
Valença cidade de cantos e encantos, de
vários olhares e de varias figuras, representações e de muita arquitetura: sua
maior característica é a cultura.
Valença, das professoras que foram e que ai
estão, fazendo a diferença no campo da cultura e da educação. Falar de cultura
entrelaça-se com a própria educação.
Valença é uma cidade que respira cultura e
desenvolve cultura nos seus guetos,becos, ruas e vielas.
A exemplo disso temos os nossos famosos
grupos culturais Como o Zambiapnga de Cajaiba , coordenado pela grande amiga
Gracinha, Mas vale ressaltar a unicidade do grupo Arguida, manifestação
especificamente valenciana, suas cantorias, cantos e festejos nasceram da
necessidade de portar o arguida(taxo onde torra a farinha) até o Jequirica, Região
distrito de Valença, onde os remanescentes quilombolas e a forte influencia
indígena preservam o seu fazer próprio cultural .
Da escola profissionalizantedo mestre Valter
com seus bonecos gigantes das verdadeiras rainhas da nossa cidade , a
marisqueira e a baiana do acarajé, quem resiste a seus encantos? , escola de cultura de saber popular e de
resgate de um artesão que reúne o saber com o fazer , esculpindo suas figuras
que nãos são só mulheres, mas a zambiapunga com seus instrumentos típicos.
Citar cultura em Valença é falar da sua
história que vai desse os idos de 1557, quando Men de Sá , dá a Pontes a
sesmaria do povoado do Una, É conceber que a história da cidade esta
representado na arquitetura, colonial dos seus prédios centenários, Nas igrejas do
Amparo, Matriz e do Desterro, na forma simples e fazer do beiju, da farinha, do
moquém , moquecas de peixe e de camarão e do mungunzar.
No patrimônio imaterial das suas
manifestações afros, na construção Naval dos mestres de saberes e fazeres,
presentes na orla do rio una, desse o Tento até o dendezeiro.
Mas a cultura esta também nos seus jovens
atores, poetas, menestréis que a cada dia surge como representação e
reafirmação da nossa cultura.
Cultura também do artesanato de barro,
palha da costa e piaçava, palha de dende e acai, madeira de reflorestamento e
de construção, que vemos exposta nas casas e nos portões de nossas ruas . São
estas as nossas verdadeiras e fortes manifestações, encontros e desencontros de
saberes e fazeres que fazem e reafirmar a nossa forma de fazer cultura.
“Para nós é de suma importância essa
interação, uma vez que estamos sempre procurando associar todos os movimentos
culturais, ambientais a fim de passarmos para as crianças que estão entrando no
campo do conhecimento da cultura , especialmente popular que zambiapunga, arguida, filhos da terra,
samba de roda, e de enrolar, são nossas maiores riqueza e que devemos
preservar não é só aprender a cantar,
tocar um instrumento, mas ter consciência de tudo que acontece ao redor do
nosso planeta deve ser preservado.”.
NOSSA VALENÇA: A VALENTE VALENÇA DE TODOS NÓS!!!!!!
NOSSA VALENÇA: A VALENTE VALENÇA DE TODOS NÓS!!!!!!
Janete
Vomeri [1]
A
Valente cidade de Valença, como seu nome preconiza é a Valença de muitos
que aqui chegam. Não desmerecendo os que acreditam no lendário, através do
nome, porque como a sua história e fontes documentais, fundamentam que o nome
Valença advêm do 4º Marquês de Valença, D. Miguel Afonso, governador da
Bahia, que manda abrir as estradas de Areia (atual cidade de Ubaíra) até o
litoral, interligando o sertão a linha litorânea na vila de Valença. Por conta
deste fato, o então Marquês é homenageado por Baltazar da Silva Lisboa,
Ouvidor, a nossa Valente Valença recebe este nome, porém hoje com seus entraves
sociais, disfunções orgânicas, política e ainda muito mais, é um oásis dos que
buscam um lugar revigorante.
A
nossa Valença, o lugar que mesmo dando volta ao mundo queres voltar e rever o
povo deste lugar. É um lugarejo, é uma vileta, é uma cidade, é o nosso lugar.
Viver Valença é pulsar nas veias o sangue dos antepassados, índios, negros e
brancos que aqui deixaram suas marcas e suas histórias, seus refúgios, suas
culturas e suas memórias.
Lembro da minha infância quando meu pai,
o saudoso Luizinho do Lava Pés dizia: “Vem
muita gente para Valença. Aqui é só ir ao mangue que ninguém morre de fome”.
É verdade! Apesar de grande parte dos manguezais serem desmatados para a construção,
na época da Andada[2]
ainda nos bairros do Jacaré e Novo horizonte, a população pegava os caranguejos
e guaiamus [3]
para comerem um delicioso escaldado[4],
da famosa lambreta que era apreciada nas tardinhas de sexta nos bares da orla,
e dos recantos da Valença.
São
muitas coisas a contar da vida da nossa Valença e da Valente Valença. São
muitos encantos e desencantos, são tantas mazelas, mas são tantas alegrias. E o
objetivo é este, falar destas alegrias de viver Valença e observá-la
através da lente de um olhar absolutamente deslumbrante do mirante do Amparo,
que descortina ao longe um dos mais belos cenários da natureza, o estuário do
rio Una, a Ponta do Curral, confirmando a história que Valença nasceu lá, as Três
Barras vista do cume da rua do hospital, o lânguido e calmo rio Una que corre
em sentido ao mar, as pontes da CVI, Luis Eduardo e General Inocêncio Galvão,
que ligam os bairros do Pitanga, do Centro, ao lado do São Félix. A Vila Operária
construída com as décimas dos operários, descaracterizada, mas a sua história
continua por lá, o canal de Taperoá e de Tinharé, a vista da Vila de Galeão,
Gamboa e Morro de São Paulo, não são de Valença , mas dela se serve para receber
visitantes
A
dança da noite com suas luzes da orla a confirmam: Valença não dorme,
apenas fecha os olhos para descansar. Viver Valença é senti-la pulsar, pulsando
tão forte como o velho tear, que hoje moderno parece voar, voar, voando e
tecendo a tessitura da vida de velhos e de novos operários que já
labutaram por lá.
E
a sua Industrialização começou com o “bum”
de um surto nos idos de 1847, com a instalação da Todos os Santos, primeira fábrica
de tecidos finos de algodão e movida à energia hidráulica do Brasil, hoje
confirma a história, as ruínas lá perto do rio Pontaleão, suas arcadas seculares
não nos deixa mentir, continuam sempre fortes, só o tempo as fará ruir. Esta é sua Valença da
industrialização, que a historia conta com tanta emoção e nas suas ruínas a
beira do rio retratam uma era de grande produção, que representa um momento,
instante de criação.
Era
assim a sua Valença, uma tábua de salvação, um lugar de labuta e muitas
criações. Nossos poetas como José Malta, Nilton Libertador que já se foram e
dos atuais que aqui estão: Mostram nas suas palavras o quanto amam de coração.
Os
nossos poetas que não cansam de poetar: de Mustafá Rosemberg, Amália Grimaldi,
e Macária Andrade. Outros tantos que aqui tem, porém que de encantos e poesias,
como Valença não tem.
E
para falar de Valença, proseando[5]
com o povo, não se esquecer das senhoras e senhores, que fizeram a educação,
nossas queridas professoras e professore lembranças de uma época de emoção:
Maria José Pinto, Maria José Pacheco; Professoras Jana, Rosa, Pretinha, Edna
Xavier, Margarida, Celeste Moura, Raimundinha, Perpetinha e professor Taquary,
para não desmerecer nenhum deles, que fizeram a educação, cito a precursora
Adelaide Josefina, que pelo Imperador D. Pedro II foi visitada e este registrou
a classe que ministrava.
A
sua Valença, a minha Valença, a nossa Valença tem tanto a contar, conta a sua
história nas ruas e vielas deste lugar, porém canta o desalento da violência que
assola este oásis e dizes: “Como era bela
a Valença dos que já foram como seria bom ter um consolo, uma perspectiva, algo
a esperar”.
Grita
Valença, o grito dos desesperados, é um grito roço, quase não se ouve, parece
cansado. Clama o povo desgraçado, Valença minha Valença, onde estás que não
responde, renasce das cinzas como a Fênix e se refaz como dantes.
Valença
querida, do meu coração, eu conto sua história com imensa emoção. Relembro da
minha infância nas ruas com pedras, altas e baixas, correndo feliz e descalça,
pulando da ponte da CVI, caindo no mangue que estava aqui e ali, da passarela
que passávamos quando saímos da escola, ligava a graça à antiga orla. Hoje é
apenas uma foto a lembrar nos acervos dos que amam este lugar.
A
minha Valença ainda está aqui, nos nossos corações e prédios a ruir, porém
conclamamos a todos que amam este lugar, vamos reviver a Valença, àquela que
vivemos e agora vive nos sonhos dos que amam este lugar. Expectativa de um novo
governo esperança em uma nova mão, mão feminina como grande parte desta
população. A
1ª MULHER NO PODER EXECUTIVO: Um olhar feminino no Executivo de
Valença-Bahia, uma perspectiva de “cor rosa”, como o florescer das flores do
mesmo nome, um renascimento, frente a nossa Valença que conto nestas laudas
simples de uma apaixonada por este lugar.
Com
o seu surgimento lânguido e calmo por volta de 1.560, com nome de povoado
do Una, foi crescendo. Muitas idas e voltas sucederam invasões, destruições,
guerras e tentativas, por longos períodos eram por piratas e corsários sua
guarida.
Valença é um
nome feminino, foram séculos do homem no poder. Surge pela primeira vez uma
mulher para liderar os destinos desta terra. Da zona rural ela emerge, com sua
simplicidade galga o caminho da universidade e volta a seu lugar.
Aqui realiza um trabalho, promove o social, deixas marcas no caminho e com seu
jeito simples, torna-se a primeira mulher a governar os destinos deste
lugar. E amanhã, como diz a música, será um novo dia da mais louca alegria
que se pode imaginar. Alegria de sonhar um sonho possível, deixando a emoção
rolar. Já vivemos a razão dos homens, pitadas de emoção pode ser a forma de
conseguirmos mudar a Valença que sonhamos e desejamos para nossa prole. Um
farol rosa no caminho de Valença é a expectativa dos que acreditam em um 2013
cheio esperança, tão feminino quanto Valença e sua prefeita eleita.
[1] Janete Pereira de
Sousa Vomeri, Brasileira, Valenciana, Casada, Mãe. Pedagoga Escola/Empresa,
Especialista em Metodologia e Didática do Ensino Superior, Licenciada em
História, Psicopedagoga Institucional e Clinica. Coordenadora do memorial da
Câmara Municipal de Valença-Bahia, Professora de Cairu-Ba.
[2] Andada – período onde os caranguejos
saem para acasalar e reproduzir.
[3]
Guaiamus – espécime de crustáceo conhecido vulgarmente de caranguejo azul.
[4]
Escaldado – pirão feito com farinha de mandioca e o caldo fervente , onde fora
cozido o caranguejo, após é incorporado , um pouco de Azeite de dendê e leite
de coco.
[5]
Proseado - Que foi falado,
conversado: assunto proseado a noite toda. Literatura. Semelhante à prosa ou com suas características (canto proseado, poema proseado)
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